No desatino de uma bela dança regurgitava
Pássaro suave vazio na vela da noite cantava
Batia no barco sem parar frenéticas ondas
Corpos na água a boiar,é a lastima de viver
Da sincera volúpia olhos azuis incandescentes
Rosados lábios faz de um coração amor latente
Clara pele reflete na água bela face estampada
Mulher vorás encara a morte um susto em sua plena alvorada
Ele um tanto confuso chega intruso escura barba
Bochechas avermelhadas por de traz da pele parda
Lamento desejo oculto cultivo um beijo
Da perfeita melodia da manhã,afogada em desejo
Feliz moça triste se faz esperando sem alcançar
Suplicas amarradas em pedra jogada no mar
Juras eternizadas na copa de uma arvore
Cristalina amorosa será estatua em mármore
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